O Governo do Piauí informou que iniciará um estudo técnico para avaliar a viabilidade da construção da Barragem de Castelo. O levantamento será financiado com recursos do Novo PAC, totalizando R$ 21,25 milhões.
O Governo do Piauí anunciou o início dos estudos de viabilidade para a construção da Barragem de Castelo, considerada uma obra estratégica para ampliar a segurança hídrica e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico em várias regiões do estado. O investimento para essa etapa será de R$ 21,25 milhões, com recursos oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Atualmente, o processo para contratação do estudo segue em fase de preparação para licitação.
Integrando um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da infraestrutura hídrica, a barragem será implantada no rio Poti, atendendo principalmente áreas que sofrem com a irregularidade das chuvas. A proposta é garantir maior disponibilidade de água, melhorar as condições de vida da população e estimular a economia local, além de atrair novos investimentos. O empreendimento deverá ser localizado entre os municípios de Castelo do Piauí e Juazeiro do Piauí.
Segundo o diretor-geral do Idepi, Felipe Eulálio, a iniciativa representa um avanço importante tanto do ponto de vista estratégico quanto social, ao ampliar a capacidade de armazenamento de água, regularizar vazões e oferecer mais segurança para o abastecimento e a produção.
A barragem deve beneficiar diretamente cidades como Juazeiro do Piauí, Castelo do Piauí, São João da Serra, Alto Longá, Prata do Piauí, Beneditinos, Buriti dos Montes e São Miguel do Tapuio. A execução ficará sob responsabilidade do Idepi, em parceria com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Com capacidade estimada de 1,024 bilhão de metros cúbicos de água, a estrutura terá papel fundamental no abastecimento humano, no apoio à agricultura e na redução dos efeitos das estiagens.
De acordo com a Secretaria de Planejamento, a expectativa é que o edital para contratação do estudo seja lançado ainda no primeiro semestre. Essa etapa é essencial para definir detalhes técnicos, ambientais e econômicos da obra, garantindo mais segurança e eficiência na futura execução do projeto.
















