A Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter), da Polícia Civil do Piauí, deflagrou na manhã desta segunda-feira (31) a Operação Astro, com o objetivo de prender um grupo criminoso acusado de furto e roubo de carros na cidade de Teresina. Até o momento, 9 pessoas já foram presas.
Os policiais deflagraram a operação para o cumprimento de 11 mandados de prisão e até o momento 9 foram cumpridos.
Esse grupo criminoso é investigado desde o ano 2019 e é especializado em roubos de veículos, adulteração de sinais identificadores, posse ilegal de arma de fogo e receptação de veículos roubados.
Os envolvidos eram amigos de infância ou parentes, que moram na região do bairro Satélite, na Zona Leste de Teresina, e atuavam juntos na realização de roubos e assaltos em vários bairros da cidade.
“As investigações iniciaram por volta de 2019, por vários assaltos que um grupo organizado vinha fazendo na cidade. Eles tanto assaltavam, como adulteravam, e arrumavam documentos falsos e vendiam até para desmanches. Eram bem organizados, eram amigos e parentes que se conheciam desde criança e que resolveram entrar no mundo do crime”, afirmou o delegado Marcelo Dias, da Polinter.
Segundo o delegado Marcelo Dias, várias pessoas foram presas anteriormente, para que o grupo criminoso fosse identificado.
“Várias pessoas já foram presas por receptação, por porte ilegal de arma, por roubos e a gente conseguiu fazer essa materialização, conseguimos fazer a prisão de quase todo o grupo. Ainda há pessoas para tentar identificar e prender para finalizar o inquérito. Todos serão indiciados por associação criminosa, porte ilegal de arma, roubo de veículos, receptação, adulteração… Diversos crimes”, explicou.
Durante a operação já foram apreendidos veículos roubados, armas de fogo com munições e peças de desmanche. Todos os presos estão sendo conduzidos para a sede da Polinter.
“Encontramos uma arma de fogo, uma motocicleta e durante as investigações foi demostrado que eles utilizavam ela para praticar crimes, também foi encontrada uma motocicleta adulterada, assim como peças de desmanche, exatamente na casa de quem achamos que é o adulterador. Temos elementos que mostram esse comércio clandestino de peças”, disse o delegado Antônio Nilton, da Polinter.
Fonte: G1














